A ausência da lendária atacante Alex Morgan da seleção feminina de futebol dos EUA nas Olimpíadas de Paris em 2024 gerou reações diversas. Alguns a veem como o fim de uma era, enquanto outros a consideram uma mudança necessária para dar espaço a novos talentos.

Uma nova era para o USWNT?

A técnica Emma Hayes optou por um time mais jovem, com média de idade 26,8 anos, quatro anos a menos que a equipe de Tóquio 2021. A ideia é dar experiência a jovens jogadoras para o futuro da seleção.

Mas e a experiência de Morgan?

Com 224 aparições pela seleção, Morgan é a jogadora mais experiente do elenco que não irá a Paris. Sua liderança e faro de gol em momentos decisivos de grandes torneios poderiam ser valiosos.

Questões de desempenho?

Alguns apontam para a queda no ritmo de gols de Morgan em 2024, tanto pelo clube quanto pela seleção, como um dos motivos para sua ausência. A falta de versatilidade e a dificuldade em se adaptar ao novo estilo de jogo implementado por Hayes também podem ter influenciado na decisão.

O futuro de Alex Morgan

Aos 35 anos, Morgan ainda tem futebol para jogar. Resta saber se ela continuará buscando uma vaga na seleção nacional ou se se concentrará em sua carreira em clubes.

Um momento de reflexão para o USWNT

A ausência de Morgan levanta questões sobre o futuro da seleção feminina de futebol dos EUA. A equipe precisa encontrar um equilíbrio entre dar oportunidades a novos talentos e manter a experiência de jogadoras como Morgan.